sábado, 18 de outubro de 2008

Mirandela















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MMS - Bragança
mmsbraganca@gmail.com

4 comentários:

Rui Simão disse...

Ditadura, mas pouco…

Viva o 25 de Abril! Desde 1974 que podemos dizer mal de quem quisermos, vaiar governantes e apupar todo e qualquer “fascista!” que nos aprouver.

A conquista da liberdade de expressão trouxe muito. Hoje fala-se na ditadura com a certeza que se ultrapassou o tempo em que quem pensasse de maneira diferente estaria condenado a nunca ir a lado nenhum.

Quem era contra o sistema ditatorial não passaria de um “zé ninguém” e isto se tivesse a sorte de não ser preso! A juventude hoje ouve reprimendas do tipo “tu não sabes o que dizes, aquele tempo era ruim, nem um homem inteligente e de bons valores podia de modo algum fazer nada para melhorar fosse o que fosse, estava tudo nas mãos do poder, e não havia maneira de lá chegar!”.

Ah mas em 1974… Em 1974 chegou a democracia! E hoje os jornais podem dizer que o PM se calhar até não é engenheiro, os comediantes não têm de levar com o lápis azul e tudo se pode dizer nas conversas de café! Bendita democracia!

De resto, parece-me, está tudo na mesma, o poder eterniza-se e meramente se vai revezando ao passar dos anos.
Quem quiser operar alguma mudança legitimamente consagrada já pode…
Mas primeiro tem de preencher os modelos 400000789 do IFADAP e juntar-lhe as declarações x e y do IGP que só podem ser dadas a parecer não vinculativo da CITE. Seguidamente, se tiver perseverança para passar esta fase, dá entrada ao pedido na Câmara Municipal e espera o decurso do procedimento administrativo que é indeferido findos 90 dias, e depois sim começa a verdadeira galhofa já nas intermináveis impugnações judiciais.
O nosso protagonista acaba pois, a desistir de tudo isto porque já tem mas é de meter os papéis da reforma, se não se apressa ainda tem de ficar a trabalhar mais uns anos e com perda de retribuição.

Já percebi. A nossa maravilhosa Constituição de 76 é que anda todos os dias no forrobodó.

É que parece que o português inteligente e de bons valores já não vai lá só com mérito, empenho, esperança e luta. Os caminhos legítimos da democracia estão vedados!

Se ele queria mesmo aquele trabalhinho resolvido na Câmara tinha mas é de ter lá uns amigos a quem pudesse oferecer uns almoços, ou melhor ainda, ser militante activo do partido do poder na zona!
A ditadura partidária é de resto a mais escandalosa de todas, quantas vezes ouvimos dizer, e com asno constatamos, que não há melhor maneira de conseguir o que se pretende do que estar ligado ao poder ainda que manco, obtuso e falido?
Os melhores lugares não são para os que demonstram esforço e capacidades, não são para aqueles a quem devia ser dado o merecido mérito. São para os amigos dos comícios.

É ver a democracia rastejar pela lama, afinal, para além da grande conquista da liberdade de expressão continuamos todos reféns do poder, sentimos na mesma que para sermos reconhecidos é preciso conhecer alguém que já o seja.
E lá em cima a governar, ora um, ora outro, um atrás do outro, todos iguais. Afinal chegaram lá todos da mesma maneira.
A ditadura não morreu. É fundamental mudar a forma de fazer politica em Portugal.

Basta disto! Faça-se outro Abril se preciso, hoje mais do que nunca há que lutar contra o que nos dizem que temos mas na verdade sabemos que não existe!

Que cada um ganhe pelo seu valor próprio e que ganhemos todos pelo nosso valor colectivo. A opinião de todos, a participação activa dos acreditam num País melhor e superior é fundamental.
Usemos a réstia de democracia que temos para demolir a IMENSA ditadura que nos ficou!

Definitivamente. É preciso mudar Portugal.

Rui Simão
Mirandela

Rui Simão disse...

Reduzir, reciclar e não reutilizar.

Temos constatado ao longo do tempo a falência dos sistemas de governação que se têm revezado consecutivamente no nosso país. É com revolta e desgosto que vemos Portugal ser Governado por interesses particulares de uma politica partidária corrupta. O “jogo” do poder está por todo o lado, desde as autarquias locais ao Parlamento e é escandaloso o desrespeito que os políticos demonstram pelos seus eleitores a quem apenas recorrem nas épocas eleitorais. Não admira que a politica esteja tão desacreditada.

Mais do que nunca precisamos de alternativas, o Movimento Mérito e Sociedade surgiu precisamente pela vontade de transformar o actual sistema politico. O objectivo era voltar a dar dignidade e uma cara lavada aos órgãos de Soberania nosso país. Uma tarefa que embora todos saibamos ser necessária, muitos julgaram ser irrealizável. É precisamente aí que entra o mérito, só voltando a um sistema de meritocracia é possível obter um sistema verdadeiramente democrático e responsável. Adoptamos como lema a frase certa de que “se nada fizermos, nada acontece”, mostrando que há quem esteja disposto a trabalhar para dignificar Portugal.
Quando se constituiu como partido o MMS tinha então um objectivo claro e essencial: Mudar a forma de fazer politica em Portugal.

Só mudando o sistema actual poderemos trabalhar produtivamente na construção de um País mais justo, equilibrado e funcional. Não nos iludamos. Enquanto não houver uma responsabilização efectiva da classe politica não poderemos conseguir o equilíbrio das contas públicas, nem o desenvolvimento económico sustentável. O primeiro passo é reformular a forma como os partidos são sustentados, seguidamente expor e denunciar com rigor os dinheiros que são gastos nos altos cargos do Estado e reduzi-los drasticamente até valores justos e equitativos.
Sim, porque nestes anos o português até pode ter tido que apertar o cinto mas os partidos com assento parlamentar continuam a ter ainda mais milhões disponíveis para gastar e cada vez com menos controle.

O MMS, sendo já um movimento activo e altamente empenhado em alterar a forma de fazer politica em Portugal teve de se constituir enquanto partido por esta ser a única forma legitimamente consagrada para operar mudanças no quadro politico.
O projecto que temos agora em mãos pode resumir-se, nesta fase, em tentar dar-se a conhecer a todos os portugueses e encontrar todos aqueles que estão dispostos a dar a cara por um projecto tão ambicioso como este por forma a conseguir começar a operar mudanças e reduzir a margem de manobra dos esquemas políticos manifestamente nefastos que hoje, infelizmente, proliferam em Portugal.

Seguidamente, contando com o apoio dos portugueses que não desistiram de lutar pelo seu país e acreditam que Portugal pode estar no topo do desenvolvimento Europeu, o MMS pretende reciclar ou renovar o rosto da politica oferecendo finalmente a credibilidade tão necessária para que se possa responder sem meias verdades pelas escolhas politicas do nosso país.

Esta é a reforma mais importante, uma verdadeira revolução face à conjuntura actual. Se existir um partido que seja reconhecido por oferecer esta credibilidade que pretendemos instalar, todos os outros terão de começar a caminhar no mesmo sentido. Caso contrário, sujeitar-se-ão a apreciações cada vez mais negativas e perdas de eleitorado. O problema actual é não existir nenhum partido capaz de oferecer esta “concorrência” óbvia entre o mérito independente e a politica imiscuída em todo o tipo de esquemas pouco claros.

A longo prazo o MMS quer não voltar a permitir que a politica em Portugal caia nos erros do passado. Não reutilizar os esquemas corruptos que puseram o nosso País muito aquém do seu valor.

Mais do que nunca a empatia e dos portugueses por este projecto que tanto procura o sucesso do seu país será essencial.

Todos sabemos o estado em que está esta democracia. Temos de juntar-nos para a reconstruir. Por um futuro melhor, para que Portugal esteja finalmente onde merece estar.


Rui Simão
Mirandela

Rui Simão disse...

Os alunos do IPB em Mirandela têm em mãos um novo projecto que querem levar à discussão na nossa Assembleia da República.

É com muito gosto que lhes envio o link para a petição on-line acerca das competências do Solicitador Licenciado.

Gostaria de contar com o vosso apoio na divulgação da petição.

http://www.petiçao.com.pt/licenciado-em-solicitadoria



Vão lá assinem, e depois divulguem, quanto mais assinaturas melhor.



Muito Obrigado

Sérgio Deusdado - MMS Bragança disse...

Publicado no Jornal Terra Quente em Maio de 2009:

Movimento Mérito e Sociedade quer mudar o modelo governativo do País

Com apenas um ano de existência, o MMS pretende alterar o modo como se governa em Portugal.
O presidente do MMS, Eduardo Correia, afirma que é urgente alterar o modelo governativo para que o País atinja os níveis de desenvolvimento desejados.
“A grave situação em que Portugal se encontra tem que ser resolvida em várias frentes. Uma delas é a alteração do modelo governativo, a alteração das regras de gestão do País. O modelo governativo permite os abusos que temos vindo a assistir por parte dos políticos eleitos nas últimas legislativas” afirmou, acrescentando que os políticos têm vindo a desacreditar as promessas feitas em campanha.
“A palavra dada em campanha eleitoral deixou de ser válida, deixou de ser um contrato. Vivemos numa democracia que começa e acaba no dia das eleições. Temos um modelo governativo pouco democrático, pouco transparente, pouco rigoroso, pouco respeitador da palavra dada em campanha eleitoral e isso tem de ser alterado”, criticou.
Eduardo Correia acredita que ainda é possível encontrar projectos que fixem a população mais jovem na região e evitar que abandonem o interior do País.
“Temos de encontrar áreas económicas de desenvolvimento, seja através das universidades, seja através da investigação e do desenvolvimento. Há muitas oportunidades para Portugal explorar se houver estratégias e desígnio nacional”.
O presidente do MMS apelou ainda ao dever cívico das pessoas chamando a atenção para que não se utilize a abstenção como forma de mostrar descontentamento pelo modelo governativo. “É fundamental chamar a atenção das pessoas todas que a abstenção não é uma solução e é absolutamente inconsequente. A abstenção facilita o caminho daqueles que queremos afastar. A democracia exige que as pessoas vão votar”, acentuou.
Em Mirandela o partido já tem representatividade, Rui Simão, um jovem de 21 anos finalista do curso de Solicitadoria.
“O MMS não menospreza o que se passa nestas zonas do País que às vezes são um bocadinho deixadas de lado. Nós queremos mostrar a importância que estas zonas podem ter no desenvolvimento de um pais igualitário. Muitas coisas com valor são feitas aqui, embora nem sempre os recursos sejam bem distribuídos, nem sempre tenham as mesmas oportunidades, mas as pessoas aqui conseguem revelar o que de melhor podem fazer”, garante o representante do partido na cidade do Tua.

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